sexta-feira, 17 de outubro de 2008

os jovens e as drogas











Os jovens e as drogas
Será ainda uma maneira de se divertirem???
O que os jovens proucuram nas drogas???



Hoje a sociedade está cada vez mais preocupada com o facto de os jovens ingerirem muita droga. No nosso pais esta prática tem aumentado agressivamente, principalmente nas zonas de Sommerchil, Polana cimento, Zona militar e no bairro da Coop representando zonas potencializadas no consumo e venda de drogas. A droga é uma substância química que pode produzir alterações no organismo do homem, consideram assim os cientistas da área, que reconhecem que, usadas com objectivos de diversão ou sem indicações médicas, são consideradas ilícitas. os jovens dizem encontrar nas drogas efeitos jamais proporcionados por qualquer um. Alguns jovens consomem drogas porque querem ficar «quetes» e o curioso é o facto de todos jovens entrevistados não se revelarem e aceitarem a entrevista em locais escondidos e escuros.


Um dos jovens diz que ter sido usuário de maconha porque era fantástico, ela causa um bem estar, uma sensação de super heroi, de todo poderoso e conta que a sua primeira vez foi muito boa e curiosa «um cigarro de maconha não era nada,é o que todo mundo me dizia ha sensivelmente 7 anos» disse o jovem entrevistado.
O outro de nome feitício Gambá diz-se muito arrependido por ter sido usuário da droga, por ter deixado seus familiares quase na miséria . Pra ele naquela altura era muito bom, porque fazia-o sentir eufórico, forte e muito corrajoso pra fazer qualquer fosse a actividade


por: Nina

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Dois vice- presidentes tomam posse no Zimbabwe

Dois vice-presidentes tomam posse no Zimbabwe


Dois vice-presidentes zimbabweanos tomaram ontem posse no âmbito da formação de um Governo de Unidade Nacional (GUN) decidida unilateralmente pelo Presidente Robert Mugabe e fortemente criticada pela oposição, afirmou um alto responsável governamental.
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Segundo o acordo de partilha de poder assinado a 15 de Setembro entre o Presidente e a oposição, Mugabe pode escolher os vice-presidentes. Com efeito, os seus vice-presidentes, Joyce Mujuro e Joseph Msika, foram reconduzidos nas funções.
O Presidente Mugabe investiu-os esta manhã (ontem) na sua residência oficial´, indicou este responsável, que pediu para não ser identificado.
Segundo a agência LUSA, esta cerimónia ocorre dois dias depois da decisão unilateral de Mugabe de atribuir os ministérios-chave do futuro GUN ao partido a que pertence.
O principal partido da oposição, o Movimento para a Mudança Democrática (MDC) de Morgan Tsvangirai, contestou vivamente esta decisão e ameaçou domingo romper o acordo assinado a 15 de Setembro.
`As nomeações ou as acções que não dão resposta aos sofrimentos do país não têm qualquer sentido´, declarou à agência noticiosa francesa AFP o porta-voz do MDC, Nelson Chamisa.
`Todas as nomeações efectuadas por Mugabe que não tiram o país do actual marasmo económico são insignificantes´, acrescentou.
O ex-presidente sul-africano Thabo Mbeki, mediador mandatado para o Zimbabwe pela Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), deverá deslocar-se hoje a Harare para se encontrar com as partes e tentar salvar este acordo.
O acordo prevê que Robert Mugabe se mantenha como Presidente e que Morgan Tsvangirai venha a desempenhar as funções de primeiro-ministro do futuro governo.
Entretanto, a União Europeia (UE) condenou ontem a `decisão unilateral´ do Presidente Robert Mugabe, de formar um novo Governo, ameaçando o país com novas sanções caso o líder zimbabweano não respeite a partilha de poder com a oposição.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros ontem reunidos no Luxemburgo `condenaram a decisão unilateral de começar a formação de um novo Governo, que não reúne o consenso de todas as partes´, refere a declaração conjunta.
Os ministros dos 27 admitiram igualmente `estar dispostos a considerar medidas adicionais, no caso do impasse prosseguir na aplicação do acordo assinado a 15 de Setembro de 2008´, que determinou a partilha de poder entre Robert Mugabe e o líder da principal força política da oposição zimbabweana, o Movimento para a Mudança Democrática (MDC), Morgan Tsvangirai.
De acordo com as agências internacionais de noticias, Mugabe, 84 anos, anunciou sábado que ia atribuir unilateralmente ao seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabwe - Frente Patriótica (ZANU-PF), as principais pastas do Executivo (Defesa, Interior, Negócios Estrangeiros e Administração Local), mantendo assim o controlo do Exército, da Polícia e de outros organismos da segurança.
O ex-presidente sul-africano, Thabo Mbeki, deverá chegar hoje a Harare para tentar salvar o acordo de partilha de poder entre os zimbabweanos.
Segundo o porta-voz do ex-presidente sul-africano, Mukoni Ratshitanga, Mbeki vai encontrar-se com as diferentes partes `em separado ou em conjunto´ para tentar salvar o acordo de partilha de poder, alegadamente ameaçado depois da atribuição unilateral pelo Presidente Robert Mugabe de ministérios-chave ao partido a que pertence.
fonte:BBC

Auditoria nos Aeroportos de Mocambique: PGR pede celeridade

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pede celeridade à equipa da Inspecção-Geral de Finanças que há dias iniciou uma auditoria às contas da empresa Aeroportos de Moçambique (ADM).


Através do Gabinete Central de Combate Contra a Corrupção (GCCC), a Procuradoria, que solicitou a auditoria, diz que tal pedido tem em vista que o processo siga sem delongas os trâmites que se julgarem necessários. Em causa estão as acusações lançadas por alguns funcionários dos Aeroportos de Moçambique, através da Imprensa, segundo as quais elementos do Conselho de Administração, liderado por Diodino Cambaza, estariam a delapidar os recursos financeiros daquela empresa pública.No próximo mês de Novembro, o elenco de Diodino Cambaza completará três anos na liderança desta empresa pública, que hoje é apontada como estando a ser usada para proveito pessoal dos seus membros de direcção. Por não terem sido determinadas datas para o término dos trabalhos, a PGR pede que os peritos acelerem o trabalho e recolham o máximo possível de provas sobre a alegada má gestão de fundos da empresa, para que, caso tal situação se confirme, sejam responsabilizados os seus autores.`A auditoria em curso não só visa apurar a veracidade dos factos, como também aclarar se existe ou não corrupção ou outra matéria de âmbito criminal. Só depois disso é que se poderá decidir se se dará ou não tratamento judicial ao processo´, disse ao `Notícias´ fonte autorizada da PGR.A mesma fonte apontou que não foram tomadas quaisquer medidas cautelares contra os cidadãos publicamente indiciados de estarem por detrás do suposto desfalque, uma vez que a equipa da Inspecção-Geral das Finanças ainda não terminou o seu trabalho.O `Notícias´ apurou ainda que a auditoria em causa tem por finalidade aclarar aspectos como alegados gastos indevidos efectuados por elementos do Conselho de Administração dos Aeroportos de Moçambique, nomeadamente para a aquisição de casas de luxo, reabilitação de parte das suas residências pessoais, compra de viaturas, algumas das quais dadas como desaparecidas. A auditoria tem ainda em vista apurar até que ponto é verdade que parte do dinheiro retirado das contas dos ADM foi drenada para a aquisição de vivendas de luxo na África do Sul, alegadamente para servir aos filhos de alguns dos dirigentes e que se encontram a estudar naquele país vizinho, aquisição de bens para apetrechamento de empreendimentos pertencentes a membros do Conselho de Administração, entre outras situações relacionadas com má gestão de fundos. Do rol de acusações feitas por alguns trabalhadores e publicadas na Imprensa, contam-se ainda alegados favorecimentos a elementos ligados a outras entidades sob tutela do Ministério dos Transportes e Comunicações, como é o caso dos Transportes Públicos de Maputo (TPM), onde algum dinheiro foi alocado indevidamente a determinadas pessoas para uso pessoal.Refira-se que grande parte das informações sobre a alegada delapidação de fundos nos Aeroportos de Moçambique veio à superfície através da Imprensa. Foi a partir daqui que o Gabinete Central de Combate Contra a Corrupção, em parceria com a Inspecção-Geral de Finanças, se fez ao terreno para apurar a veracidade dos factos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Zimbabwe: Tsavanguirai ameaça denunciar acordo de partilha do poder

Harare, 12 Out (Lusa) - O líder da oposição do Zimbabué, Morgan Tsvangirai, ameaçou hoje denunciar o acordo de partilha de poder assinado com o Presidente Robert Mugabe se este não recuar na atribuição unilateral ao seu partido dos mais importantes ministérios do futuro governo.
"Se eles (a Zanu-FP, partido de Presidente Mugabe) persistirem nisso, não aceitaremos fazer parte do acordo de partilha" do poder, declarou Morgan Tsvangirai, primeiro-ministro designado para o futuro governo de união na sequência da assinatura do acordo de 15 de Setembro.
O líder da oposição levantou a possibilidade de denunciar o acordo durante uma reunião com partidários seus.
Numa altura em que as negociações para a partilha dos postos governamentais estão paralisadas, o chefe de Estado atribuiu unilateralmente nos últimos dias ao seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabué-Frente Patriótica (Zanu-FP), a maioria das pastas-chave, nomeadamente da Defesa, dos Negócios Estrangeiros e do Interior.
O ex-Presidente sul-africano Thabo Mbeki volta segunda-feira a Harare para reiniciar a mediação entre a Zanu-FP de Robert Mugabe e as duas facções do Movimento para a Mudança Democrática (MDC), anunciou o seu porta-voz, Mukoni Ratshitanga.
Mbeki será acompanhado por três representantes da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), para tentar que Mugabe e Tsvangirai cheguem a consenso sobre a divisão de pastas do governo de unidade nacional.
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=367690&visual=26&rss=0